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quarta-feira, 21 de setembro de 2022

No Dia Nacional da Árvore, Smurfit Kappa fomenta educação ambiental em Uberaba

  No Dia Nacional da Árvore, Smurfit Kappa fomenta educação ambiental em Uberaba


Fornecedora de embalagens sustentáveis promove atividades para crianças e adolescentes em apoio à comunidade local


Divulgação


São Paulo, 21 de setembro de 2022 - Em comemoração ao Dia Nacional da Árvore, no dia 21 de setembro, a Smurfit Kappa (www.smurfitkappa.com.br), uma das principais fornecedoras de embalagens de papelão do mundo, anuncia apoio a uma ação de fomento à educação ambiental em Uberaba, cidade na qual a empresa atua desde sua chegada ao Brasil, em 2015. A data será marcada pela realização de atividades para crianças e adolescentes no Parque Municipal Mata do Ipê, das 14h às 16h.


Na ocasião, a Smurfit Kappa, em apoio ao Governo Municipal de Uberaba e à Secretaria de Meio Ambiente (Semam), faz parte do cronograma de atividades do evento por meio de ações para jovens de escolas locais, com foco na reflexão a respeito do desmatamento e da importância da conservação dos recursos naturais. A ação conta com dinâmicas educativas e instrutivas, além do plantio de árvores no parque com o auxílio de especialistas da companhia.


“Uberaba é uma praça extremamente importante para a Smurfit Kappa e é muito gratificante poder contribuir com a educação ambiental das futuras gerações dessa comunidade”, comenta Eriqson Barbosa, gerente geral da unidade de Uberaba da Smurfit Kappa Brasil. “Estamos honrados pelo convite e pela oportunidade de reforçar regionalmente um dos maiores compromissos da Smurfit Kappa no Brasil e no mundo: o cuidado ambiental e social”.


Sobre a Smurfit Kappa

A Smurfit Kappa, empresa FTSE 100, é um dos principais fornecedores de soluções de embalagens em papel do mundo, com aproximadamente 48 mil funcionários presentes em mais de 350 locais de produção em 36 países e com receita de 10.1 bilhões de euros em 2021. 


Localizada em 23 países da Europa e em 13 nas Américas, é a única produtora pan-regional de larga escala nas Américas. No Brasil, conta com um quadro colaborativo composto por mais de 2 mil colaboradores e possui quatro fábricas: Pirapetinga e Uberaba (MG); Bento Gonçalves (RS); e Maranguape (CE); além de unidades administrativas em São Paulo e no Rio de Janeiro.


As fábricas de embalagens da Smurfit Kappa adquirem a maior parte de suas matérias-primas em fábricas de papel próprias e estão prontas para fabricar um portfólio incomparável de soluções para embalagens de papel, 100% renováveis e produzidos de forma sustentável, que melhoram a pegada ambiental da companhia e de seus clientes. 


Temos orgulho de apoiar iniciativas sociais, ambientais e comunitárias nos países em que operamos, projetos que nos possibilitam apoiar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, focando nas áreas em que acreditamos ser possível causar maior impacto. 


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Assessoria de imprensa


SMARTPR


terça-feira, 24 de maio de 2022

Brasil: a potência da energia verde

   Brasil: a potência da energia verde

 

Por: André Naves 


Divulgação

O Brasil tem potencial para se tornar o líder global na produção e desenvolvimento energético limpo. Mas para que isso se concretize, necessário se faz que a sociedade civil lidere o país politicamente para patamares mais elevados de desenvolvimento efetivamente sustentável.

 

No bojo dessa potencialidade, o crescimento da produção de energia fotovoltaica é um marco fundamental desta chamada energia verde e renovável. Dentre as mais relevantes economias do mundo, o Brasil já tem posição de destaque na produção energética limpa e renovável, baseado na matriz hídrica. Entretanto, a mudança do regime pluvial ocasionado pela emergência climática denota as vulnerabilidades do setor hidrelétrico, que vem perdendo espaço, a cada dia, para a produção fotovoltaica de energia, que se aproveita da abundante e perene incidência solar em nosso país.
 

Festejamos que, em 2019, o mercado de energia solar no Brasil cresceu mais de 212%, alcançando a marca de 2,4 GW instalados. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foram instalados mais de 110 mil sistemas fotovoltaicos de mini e microgeração, correspondendo a R$ 4,8 bilhões e 15 mil profissionais trabalhando na área.
 

Do mesmo modo, os ventos são intensos em nosso território, especialmente no Nordeste, e a energia eólica, de acordo com a Aneel, é a segunda fonte de matriz elétrica brasileira, atrás apenas da hidrelétrica. Atualmente, o Brasil é o 7º no ranking mundial do Global Wind Energy Council (GWEC). Até o 1º semestre de 2020, estavam instalados 16 GW, em 637 parques eólicos e 7.738 aerogeradores, segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica - ABEEólica -, que prevê cerca de 24,2 GW de capacidade instalada até 2024, considerando leilões já realizados e contratos firmados no mercado livre.
 

De maneira similar, a produção nacional de biogás - em geral o metano combustível gerado pela fermentação anaeróbica de matéria orgânica de origem vegetal ou animal, como a biomassa, esterco, lixo orgânico -, tem crescido substancialmente. O volume de biogás para fins energéticos teve um aumento médio de 20% ao ano, entre 2015 a 2019; atingindo 23% de 2019 para 2020. Após o início de operação das 37 plantas que estão em fase de implantação ou reforma, o Brasil alcançará uma produção anual de 2,2 bilhões de Nm³.
 

Mas o potencial de produção de biogás bruto, calculado pela ABiogás, é muito maior, de 82,58 bilhões de metros cúbicos ao ano, considerando os setores: sucroenergético, saneamento, proteína animal e produção agrícola. Assim, se comparamos com o atual cenário de produção de biogás no Brasil, de 1,83 bilhão de metros cúbicos ao ano, constata-se que apenas 2% do total é aproveitado e que há oportunidade de expansão em 98%!
 

A energia verde também vem do etanol. O Brasil obteve, em 2020, 35,6 bilhões de litros provenientes da cana-de-açúcar e do milho. Foi a maior produção de etanol da história; um acréscimo de 7,5% em comparação a 2018/19, o que demonstra que a produção de combustíveis a partir do agronegócio e de fontes correlatas tem potencial para sustentar um ciclo de crescimento econômico.
 

E com todas essas opções, aumenta a possibilidade de geração do chamado hidrogênio verde, obtido a partir de fontes renováveis, em processos sem emissão de carbono. A AproBio, Associação dos Produtores de Biocombustível do Brasil, utilizando dados do Hydrogen Council, aponta que a produção e exportação do hidrogênio deverá responder, em 2050, por 20% de toda a demanda de energia global, gerando um mercado de US$ 2,5 trilhões. Como o Brasil tem cerca de 80% da sua matriz elétrica renovável, pode se tornar um dos grandes protagonistas desse mercado. Fontes como solar, eólica, biomassa, biogás e etanol entram no rol de opções para geração de hidrogênio verde.
 

Logicamente que essas potencialidades só se concretizarão em novos patamares de perenidade e justiça no desenvolvimento se estiverem baseadas em um marco institucional impessoal, transparente e eficiente, em que o combate e a prevenção à corrupção gozem de estabilidade e segurança.
 

O Brasil clama por sustentabilidade!
 

*André Naves é Defensor Público Federal, especialista em Direitos Humanos e Sociais. Escritor, professor e palestrante; conselheiro do Chaverim, grupo de assistência às pessoas com deficiência.
 

Um mundo regulado

                                        SA Ú DE TOTAL CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA                      UM MUNDO REGU...