terça-feira, 25 de novembro de 2025

Carga alostática

                             




SAÚDE TOTAL

CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA


                                            CARGA ALOSTÁTICA

 Bem diferente da homeostase que pode ser definida como certa estabilidade realizada pelo equilíbrio, a carga alostática se refere a um momento estressante que dura mais do que deveria.

E percebendo o tempo em que estamos vivendo, recheado de insegurança e falta de controle, sendo assim, extremamente imprevisível; tudo o que pode ser visto como uma ameaça a nossa sobrevivência se torna estressante. E não faltam situações, contextos, para que esta realidade seja sentida por nós.

O estresse acelera o envelhecimento e potencializa o aparecimento de outros males (gordura abdominal e diabetes) por causa do cortisol. Mas tudo bem...

Sobre o estressa já sabemos muito bem porque convivemos com ele o tempo todo. Então, o que é necessário fazer para que ele não seja tão presente em nossa existência ou, pelo menos, não tenha tanta destrutividade em nós?

Precisamos evitar o excesso de informação por que nos causa exaustão. Não parece fácil em um mundo em que as informações chegam aos milhares a cada segundo, mas precisamos equilibrar nosso pêndulo.

Ter relações interpessoais saudáveis. Tá bom! Eu sei que é difícil no mundo de hoje, mas não impossível. O senso de pertencimento é vital para a saúde emocional dos seres humanos. De todos os seres, sem excessão.

Quanto mais sentado você fica, mais perto da morte você fica. Parece trágico, mas é verdade. Precisamos nos exercitar. 150 minutos de atividades por semana pode ser o suficiente para termos uma vida mais leve. Pessoas que andam 7 mil passos por dia conseguem amortizar doenças crônicas.

Acresce que, uma pesquisa realizada em Harvard chegou à conclusão que cada hora de exercício físico corresponde a 3h de vida. E tem mais: a plasticidade cerebral tem uma relação direta com a atividade física.

Fizeram um estudo na Austrália que media os tratamentos para pessoas com depressão: remédio, terapia e atividade física. A mais efetiva das três foi a atividade física.

Quanto ao sono, outro salvador que se tornou quase um vilão, pois vivemos em uma sociedade que não dorme, é importante mais a qualidade que a quantidade, mas dormir menos que 7h por noite pode ser mortal. Simples e terrível assim!

Sendo assim é importante colocarmos algumas ações no nosso dia a dia, pois o estressado de hoje é o ansioso de amanhã e o demente de depois, no futuro.

Até a próxima conversa psicanalítica.

Um grande abraço para você!


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Youtube: @conversaspsicanalíticas

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Uma Noite Histórica: O Baile de Laéllyo Mesquita Brilhou e Parou o Brasil

   Uma Noite Histórica: O Baile de Laéllyo Mesquita Brilhou e Parou o Brasil


Fotos: Tibério Hélio

Na noite do último 28 de outubro, o Brasil parou para assistir a um espetáculo de elegância, arte e emoção: a quinta edição do Baile de Laéllyo Mesquita, realizada em Teresina, Piauí, sob o tema encantador “A Abelha de Ouro”. Um evento que já se consagra como símbolo de criatividade, beleza e celebração da arte brasileira.



Fotos: Divulgação


Sob as luzes cintilantes, o luxo das produções e o brilho dos sorrisos, o baile se transformou em um cenário digno de cinema, onde os sonhos ganharam forma e a beleza se vestiu de verdade.


Fotos: Divulgação


Entre os convidados ilustres, o renomado artista visual marabaense amazônico, Valdsom Braga, que atualmente dirige o documentário e escreve o livro sobre Laéllyo Mesquita, marcou presença. Seu olhar sensível e poético eternizou os momentos de uma noite que ultrapassou o tempo e o espaço.


Fotos: Divulgação


O baile reuniu celebridades que levaram o glamour a outro nível — David Brazil, símbolo da alegria e da celebração; Daniel Diau, voz marcante da banda Calcinha Preta; kally Fonseca, com seu carisma contagiante; e a icônica atriz mexicana Gabriela Spanic, a inesquecível Paola Bracho de A Usurpadora, que trouxe um toque internacional e memorável à noite.


Fotos: Divulgação


E um dos momentos mais emocionantes da festa foi a presença da cantora Joelma, que subiu ao palco com sua energia contagiante e fez um show inesquecível, arrancando aplausos e lágrimas do público. Sua apresentação marcou não apenas o auge da noite, mas também realizou o grande sonho de Laéllyo Mesquita: ter sua amiga e ídolo presente no baile, iluminando o evento com sua voz e sua história.


Fotos: Divulgação


Cada detalhe parecia coreografado pelo destino. O cenário, pensado com requinte e sensibilidade, refletia a alma criadora de Laéllyo Mesquita — artista, estilista e visionário. As luzes dançavam ao som das emoções, os trajes reluziam como constelações em movimento e os convidados se tornavam parte de uma obra viva, onde o tempo se ajoelhava diante da arte.


Fotos: Divulgação


“A Abelha de Ouro” foi mais que um tema — foi um símbolo de valor, essência e renascimento. Representou a força do trabalho, a doçura da criação e o brilho que nasce do esforço e da fé. A abelha, que carrega em si o dom da transformação, se tornou metáfora da própria arte: incansável, delicada e cheia de propósito.


“Várias influências, uma só história” — assim pode ser definida essa noite épica, que uniu cultura, moda e emoção em uma sinfonia de beleza e significado. O baile não foi apenas um evento, mas um manifesto artístico, um encontro de almas criativas celebrando o poder da arte de transformar, unir e inspirar.


Fotos: Divulgação


Entre flashes e aplausos, o coração de quem esteve presente entendeu o verdadeiro sentido de estar vivo: viver a arte como experiência, emoção e eternidade.


O Baile de Laéllyo Mesquita, com o tema “A Abelha de Ouro”, não apenas brilhou — ele eternizou um capítulo da arte contemporânea brasileira, levando o nome de Teresina ao cenário nacional e reforçando o orgulho de ter Valdsom Braga, artista visual amazônico, como testemunha e colaborador desse marco inesquecível que vai ser livro e documentário que vai escrever cenas de um novo capítulo da história de laellyo Mesquita.


Fotos: Tibério Hélio e Divulgação
Assessoria de imprensa Livia Rosa Santana

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Ricardo Paes Barreto é homenageado com o Troféu Leão Dourado e o Troféu Águia Dourada pelo trabalho à frente do TJPE

     Ricardo Paes Barreto é homenageado com o Troféu Leão Dourado e o Troféu Águia Dourada pelo trabalho à frente do TJPE




O presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Ricardo Paes Barreto, foi duplamente homenageado durante o evento Totalizando Brasil, que celebra personalidades e instituições que se destacam em suas áreas de atuação. O magistrado recebeu o Troféu Leão Dourado, símbolo de liderança e comprometimento com o desenvolvimento do estado, e o Troféu Águia Dourada, em reconhecimento à sua gestão à frente do Poder Judiciário pernambucano.



As homenagens ressaltam o papel exemplar de Ricardo Paes Barreto na condução do TJPE, marcada por modernização, equilíbrio institucional e valorização dos servidores e magistrados. Sua atuação firme e sensível aos desafios da sociedade tem reforçado a credibilidade da Justiça e aproximado o Tribunal da população. Com uma trajetória pautada pela ética e pela busca constante pela eficiência, o presidente do TJPE se consolidou como uma das lideranças mais respeitadas do Judiciário brasileiro. As duas premiações simbolizam o reconhecimento público por sua dedicação e pelas conquistas alcançadas em favor de uma Justiça mais acessível, humana e moderna.


Fotos: Divulgação
Fonte: Marcelo Mesquita/Blog Revista Total

Senso do eu

                                




SAÚDE TOTAL

CONVERSAS PSICANALÍTICAS COM O DR. EDUARDO BAUNILHA


                                            SENSO DO EU

 Identidade. Uma palavra tão cheia de significado. Um processo que, enquanto humanos, adentramos sem ter um fim.

Logo de primeira pensamos que é um trabalho contínuo e individual. Contínuo sim, individual, jamais.

Nosso sendo do eu se constrói apenas com a participação de outros em experiências de conexão, em que compartilhamos fluxo de energia e informação, como confirma Daniel Siegel (2021, p. 167) no seguinte excerto: “Quando dizemos que nossas experiências de afeto moldam nosso senso do eu, o correlato neural disso é a maneira como o compartilhamento de nosso fluxo de energia e informação – nossos relacionamentos – estimula a atividade e o crescimento de nossos circuitos neurais”.

E este senso de conexão é tão sério, tão relevante para a constituição do ser, que o estudioso reitera o que estamos insistindo em dizer na seguinte proposição: “...Nossa vida social – em família e provavelmente dentro das culturas – molda diretamente o crescimento neuroplástico das estruturas neurais do eu”.

Ou seja, uma relação tão pertinente e tão extremamente necessária que tem ligação direta com nossa sobrevivência. O estar com o outro, o se relacionar, faz parte integrante da constituição do humano. Não tem como negarmos esta realidade.

E Daniel Siegel (2021) vai mais além quando deixa escrito que até nossa consciência é construída a partir dos processos profundamente sociais, por estar conectada com a integração do cérebro que é adquirida, também, por meio da conexão com o próximo, ou seja, com o social.

Que todos esses ditos nos incite a sermos mais humanos. A caminharmos em direção da harmonia.

Um grande abraço para você!

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Carga alostática

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